Sobre 2017-07-05T19:47:36+00:00

MINHA MISSÃO PESSOAL

A frase de Mahatma Gandhi “Seja a mudança que você quer ver no mundo” tem um significado muito especial para mim. Desde muito jovem atuo no desenvolvimento de pessoas, seja como educadora, professora, palestrante ou coach.
Venho de uma família de professores e educadores. Minha mãe, meu pai, tios, tias, primos, enfim, grande parte de minhas referências familiares têm alguma relação com o processo de desenvolvimento de pessoas através do ensino e da formação profissional.

Quando criança, por várias vezes, acompanhei minha mãe (que era professora na rede pública) até a residência de alunos que haviam desistido de estudar. Ela conversava por horas com eles e suas famílias, até fazê-los entender como era importante que continuassem a estudar não só para ‘arrumar um emprego melhor’, mas também para se tornarem seres humanos melhores. Quase sempre o resultado era positivo.

Tenho orgulho disso! Portanto, falar sobre ‘ajudar pessoas a se desenvolverem” é  algo  pessoal, muito íntimo: é falar de minha família.

Quando iniciei minha vida profissional, não tinha dúvidas do que queria fazer: atuar no desenvolvimento das relações humanas. Naquela época, não havia o termo coaching ainda. Eu atuava como professora e consultora de empresas, posteriormente, quando me graduei como psicodramatista compreendi que poderia expandir minha missão pessoal e profissional atuando como coach e também como blogueira, interagindo de forma mais informal e direta com as pessoas.

Esse foi o caminho que escolhi, essa é minha missão: auxiliar os profissionais na busca de recursos que estão dentro de si mesmos, com soluções saudáveis para as questões da rotina organizacional e/ou pessoal, promovendo a autonomia emocional e profissional.

Gosto de acompanhar todo o processo, mas me sinto realizada no final, quando vejo essas pessoas fortalecidas, seguras e preparadas para seguirem seu caminho.

PSICODRAMA

Quando me apresento em empresas e palestras como ‘psicodramatista’ percebo olhares interrogativos e surpresos perante o termo. Não é para menos, a palavra é forte na sonoridade e no significado. No entanto, erroneamente costumam associá-la a drama, melodrama, ou a algum drama psicológico. Mas não é nada disso. A palavra vem do grego, ‘psique’ significa alma/eu e ‘drama’ significa ação. Dessa forma, costumamos definir psicodrama por ‘eu na ação’.

A metodologia psicodramática é composta de técnicas que auxiliam no desenvolvimento das relações humanas, e muitas dessas técnicas tiveram sua origem no teatro. Mas calma, não é nada complexo demais e você não precisa de nenhuma habilidade especial para se aproveitar da técnica.

O psicodrama é apenas uma poderosa ferramenta para dar nova perspectiva sobre um fato. Ao utilizar a técnica e protagonizar um determinado fato ou acontecimento de sua vida, você consegue enxergar como se comporta diante dessas situações com muito mais facilidade e clareza. Como consequência, também consegue encontrar as soluções mais rapidamente, de forma assertiva. São atividades e exercícios simples que levam a reflexões profundas.

‘Em resumo, as sessões de coaching
com psicodrama são eficazes porque
estimulam você a encontrar soluções
dentro de sua própria experiência de vida;
através de exercícios e
reflexões profundas e práticas.’

MINHA HISTÓRIA

Comecei minha vida profissional aos dezoito anos, em São Paulo, onde fazia faculdade, dando aula de inglês em uma escola de idiomas especializada em empresas.  O sistema de ensino era inovador para a época, consistia em um rodízio de professores. Cada dia era um professor diferente que lecionava para um grupo de executivos. O método era ágil e desafiador, muito parecido com a metodologia do coaching, pois consistia na construção de diálogos com perguntas (em inglês) sobre o dia a dia profissional de cada aluno incentivando-os a adquirir fluência.

Ocorreu então que, no meu segundo mês como professora, deram-me um grupo que marcou definitivamente o rumo da minha vida profissional. Quando entrei na sala de aula, me deparei com quatro mulheres extremamente sisudas e defensivas que nem se deram o trabalho de disfarçar seu descontentamento por não ter aula com ‘um professor mais velho’. Não me lembro de como foi a aula, provavelmente nada produtiva, mas marcou-me a sensação de impotência por não entender o porquê daquela atitude hostil e por não conseguir reverter, de alguma forma, aquela situação. Qual o motivo das pessoas agirem assim? pensava eu.

Anos mais tarde, adquiri experiência e traquejo para lidar com situações similares em sala de aula e treinamento, mas foi somente quando fiz minha formação em Psicodrama que entendi e aprendi técnicas simples, porém profundas, para atuar com grupos de forma afetiva, eficaz e produtiva.

Em seguida, conheci o coaching e percebi a relevância desse processo para o desenvolvimento profissional dos meus clientes devido a rapidez e profundidade dos resultados por eles alcançados.