Precisamos falar sobre a Síndrome de Burnout!

Segundo pesquisas da International Stress Management Association (Isma – Brasil) o Brasil é o segundo país mais estressado do mundo em um ranking com dez países. Sendo que nessa pesquisa, 69% dos entrevistados brasileiros apontaram o trabalho como o principal responsável pelo estresse diário. Esses dados, infelizmente são confirmados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) que apontam o Brasil como o país mais ansioso do mundo e o mais depressivo da América Latina.

Ou seja, o assunto é sério e precisa ser discutido, especialmente no meio corporativo.

Recentemente, o termo Burnout ficou em evidência devido a demissão da jornalista global Izabela Camargo, que foi diagnosticada com a síndrome. Desde então, ela tem se dedicado a esclarecer e prevenir sobre a doença através de palestras, blog e entrevistas.

Afinal de contas, o que é Síndrome de Burnout?

Esgotamento emocional e mental que tem sua origem no acúmulo de trabalho, pressão e estresse profissional.

Sintomas

Cansaço excessivo, físico e mental, dores de cabeça, insônia, negatividade, estresse costumam ser sintomas comuns.

Como diagnosticar

Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor. Muitas vezes, o profissional com Síndrome de Burnout não percebe que está doente até que sua saúde física e emocional fique muito comprometida. Dessa forma, em empresas maiores e estruturadas é importante o gestor estar atento aos principais sintomas e encaminhar o profissional para a área da saúde ocupacional. Em empresas menores ou com menos estrutura, pode-se fazer a orientação para que o funcionário passe por uma consulta médica.

Individualmente, os profissionais devem estar atentos aos sintomas mais comuns e, mais importante: procurar ajuda antes de adoecer gravemente. Muitas vezes, os sintomas são vistos como ‘frescura’ e posterga-se medidas preventivas que poderiam ser bem sucedidas se um médico ou terapeuta fosse consultado no início do problema.

Tratamento

Envolve uma série de ações que precisam ser combinadas. Em casos mais graves é indicado o uso de medicamentos (com acompanhamento médico) associados a psicoterapia. Outras ações como terapia, reeducação alimentar e atividade física também costumam promover para uma melhora significativa.

Prevenção

Segundo a jornalista Izabela Camargo, encontrar o seu limite é fundamental para não cair na armadilha da Síndrome de Burnout e conseguir manter uma rotina de saúde mental, física e emocional. A jornalista alerta que ser multitarefa e fazer um uso inadequado da tecnologia geram muitos impactos na saúde dos profissionais, por isso ela considera a educação digital um ponto importante nesse processo de prevenção.

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2019-07-24T11:25:10-03:00

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